4 comentários:

Como se reduz tudo ao sexo no final. Naquele pequeno instante de atingir o clímax Não deixa de ser belo o poema ,embora relativize o poder excelso da música, o inexcedível e inultrapassável sentimento verdadeiro de amor. Até o que nada pede mas tudo sente, ainda que não seja necessário um quarto. A vida é mais que quartos. Mas ainda bem que existem! São de não excluir isso é uma certeza. Contudo... Desculpe a minha visão algo torta talvez, e que Eugénio de Andrade na tumba releve o meu "criticar". Boa semana!
Fátima Soares a 4 de Junho de 2013 às 14:57
É curioso como o quarto coral de Bach nos conduz ao quarto. Eu não diria tal, antes que procuramos o que nos transporte e eleve para além da carcaça. Uma vezes o sexo, outras a música, para alguns um pai-nosso, ou o conjunto de tudo isso e outras coisas mais. Não peça desculpa, ora essa!) Boa semana também.
RAA a 4 de Junho de 2013 às 17:36
Agradeço-lhe a resposta, respondendo em consonância: "Por Deus! Nunca um pai-nosso!" Que nos elevem aos céus então todos os quartos, partituras, excerto de livros, telas pintadas, cenas de bailado, corpos suados e bem estruturados num sarau de ginastica. Uns olhos sedutores, lábios sensuais , um discurso inteligente... Mas um pai-nosso? Não! Por favor. Já é mau de mais tudo o resto, que nos implantam diariamente no "espírito", para termos ainda de saber decore todo um pai nosso e a paciência de recitá-lo para o ar. Pensemos antes quantas vezes se pecará (ou alguém peca e bem!) enquanto se pode fazer a oração. Eleve-se isso a uma potência matemática e obtenha-se um resultado divertido, mas um pai nosso... Não! tira ( a meu ver) qualquer vontade de pecar. Acaba-nos com o entusiasmo todo... Não é maldade a mais. Uma castração propositada. Boa semana obrigado.
Fátima Soares a 4 de Junho de 2013 às 18:02
A ideia é essa, ser castrador. E haverá quem se eleve assim, em penitência e submissões a fantasias sobrenaturais, deus ou diabo e demais tontices...
RAA a 5 de Junho de 2013 às 00:23