"Homem que bebes, ânfora imensa, ignoro quem te modelou."

Homem que bebes, ânfora imensa, ignoro quem te modelou.

Somente sei que és capaz de conter três medidas de vinho

e que a Morte te destruirá um dia.

Então perguntarei a mim mesmo, mais demoradamente,

porque é que foste criado, porque é que foste feliz e por que, agora,

és somente poeira.

 

Omar Khayyam, Rubaiyat

(trad.: Fernando Castro)

publicado por RAA às 13:08 | comentar | favorito