jesimões: teria graça, não fosse a colecção pertencer ao «Plano de Educação nacional» do governo do Salazar, esse poeta da autoridade, pouco dado a experimentalismos. Aliás, a colecção trazia uma bonita epígrafe sua, que era todo um programa. Portanto: nem experimentalismos nem neo-realismos ou surrealismos, que aqui também não moram, embora já existissem, em 1960...

Mário Carvalho; isso agora é que eu não sei. Dependeria das estratégias de relacionamento e comunicação de cada um. No entanto, parece-me que uma literatura se faz também de nomes menores, que a encorpam e dão lastro aos excepcionais que vão surgindo.
RAA a 30 de Janeiro de 2011 às 18:31

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