EPÍGRAFE DUM POEMA

Emigre longe... ao céu... ao mar...
mas sem dar a volta ao mundo!
-- Azul, num céu sem fim, a voar,
a minha vida é um astro que circundo...

Como donzelas à janela, assim
os meus dias de outra idade
os enamoro de mim...
-- pois quem está à janela é porque tem saudade.

Branquinho da Fonseca
publicado por RAA às 21:38 | comentar | favorito