Lembrei-me do meu primeiro soneto, espia:

Mar à benção

Etérea, brinda-me no horizonte
Amplitude de águas insuflantes
Mistério, elevação explendorosa
Ao rebordo áurea franja vaporosa

Celestes, sobre paisagem destilada
Estrelas flutuam-no abençoadas
Posto ao céu delinear profundeza
Segredos comungam em natureza

Universo vislumbra conspirando
Infinitos sais gotejam segredados
Entorpece-me à visão, marejando

Gotas abrigadas pairam imaculadas
Sublime, hipnotiza-me o semblante
Sua benção, meu mar, que deságua!

(Cris de Souza)
Cris de Souza a 4 de Março de 2011 às 11:52

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