2.º POEMA [DA ESPERANÇA]
Quando souberes
que a minha hora chegou
não deves estranhar
não deves chorar
e nem sequer os braços cruzar.
Quem chora
quem cruza
consente,
e nós não devemos consentir.
Caobelo
in Manuel Ferreira, No Reino de Caliban II

Quando souberes
que a minha hora chegou
não deves estranhar
não deves chorar
e nem sequer os braços cruzar.
Quem chora
quem cruza
consente,
e nós não devemos consentir.
Caobelo
in Manuel Ferreira, No Reino de Caliban II
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