BLUE MOON

Noite, tão de negrume, ora estrela,

riscada em prata, por lunar somente

e, ora calada, quão por entre nuvem,

dor que invade o vulto desse vento...

 

Fillinto Elísio, Zen Limites (2016)

publicado por RAA às 23:36 | comentar | favorito