SILÊNCIO

Pouca terra que me cubra
os ossos, quando morrer.
E sobre a lápide, rubra,
a rosa do Alvorecer.

Poucas palavras me bastem,
seja pobre o meu Dizer.
Até que todas se engastem
nos astros do Anoitecer.

Avelino de Sousa
publicado por RAA às 19:50 | comentar | ver comentários (2) | favorito